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Neymar é a nova promessa 




Como diria uma música, as pessoas são gentis com a beleza. Se você já foi esteticamente bonita ou feia, deve saber bem como é a gentileza ou a rejeição por sua aparência. Algumas mulheres não lidam bem com o "envelhecer". Certa vez, fui à casa de um amigo, onde as paredes estavam adornadas com retratos de uma mulher jovem e sua faixa de "miss" no peito. A jovem era a mãe do meu amigo que hoje é uma senhora amargurada. E, sim, entregou-se ao alcoolismo assim que começou a menopausa e dizia, daquele jeito arrastado e mole dos bebuns: Eu já fui muito bonita, veja! (Usando a régua: Sei que usar feiúra como sinônimo de velhice é politicamente incorreto. Mas, sim, a beleza estética é dissolvida com o envelhecer - Rosnando você ou não. Por isso a cabeça deve ser bem cuidada, assim como a bunda.)
Quando você entra numa faculdade precisa se relacionar, criar laços. (Usando a régua: Agora se serão verdadeiros ou não, é outra história). E onde eles verdadeiramente se firmam? Em mesas de bar - Você pode até não concordar com essa afirmação, mas ela é real.
A mulher ainda precisa ser a caça e o homem, o caçador. Também acho podre isso, mas é assim que funciona para zilhões de cabecinhas pequeninas. Não adianta. Então, se quer tomar A Iniciativa, use o álcool. Deu para quem não devia? Culpe o álcool! Falou todas aquelas coisas que não diria sóbria? Culpe o álcool!
Posso falar do tópico com propriedade porque vivi isso. É beber para melhorar as coisas, quer dizer, o relacionamento. Sabe quando você compra lingeries novas e inventa viagens com o seu parceiro para que as coisas mudem e você consiga salvar a relação? Pronto. Eu bebia todo fim de semana para conseguir fazer um sexo mais desenvolto e ter vontade para isso. Sei que mais alguns anos naquilo teria me feito ficar doente.
É certo que algumas mulheres ao casarem ou terem filhos descobrem, absortas, que não era isso que queriam. E o que fazem para acalmar os sentidos? Alguns aditivos. Tenho uma amiga que teve uma criança deficiente, depois de ter perdido outras, e ela só consegue dormir depois de algumas boas doses de vodka. Ela tinha marido e se sentia obrigada pelo tradicionalismo da família a parir. O escape para acalmar a têmporas, segundo ela, é beber.
Não que as situações supracitadas vão necessariamente desenvolver uma alcoólatra. Mas é a maneira em que o álcool parece o porto-seguro e fica à mão. Independente do sexo, o álcool deve ser usado com responsabilidade. Às mulheres há o agravante (a mais, além das DST’s) da gravidez, já que "cu de bêbado não tem dono". Por isso, acho que nós devemos ficar mais atentas. A boa desse imbróglio todo é que, segundo estatísticas, as mulheres são as mais dedicadas à recuperação.
E você quanto anda bebendo?
As observações de sempre:
* Detesto MEDIR PALAVRAS. Mas como todos os meus textos dão vazão a críticas, estou praticando o MEDIR DE PALAVRAS. Obrigada aos emprestadores de régua. Melhor isso que desistir do blog.
* Não vou escrever que a TERRA É REDONDA. Para isso, leiam a wikipedia ou evitem os textos assinados por mim - Há 6 meninas nesse blog que poderão ter pensamentos mais lúcidos ou aceitáveis.
* UPDATE: Gostaria que pudéssemos não medir palavras, pois os assuntos dos blogs que escrevemos não permitem isso - Sabiamente escrito pela Dai.
Se você curte um sambão de raiz, ouça a música. Se não, só leia a letra:
Já tive mulheres
De todas as cores
De várias idades
De muitos amores
Com umas até
Certo tempo fiquei
Prá outras apenas
Um pouco me dei...
Já tive mulheres
Do tipo atrevida
Do tipo acanhada
Do tipo vivida
Casada carente
Solteira feliz
Já tive donzela
E até meretriz...
Mulheres cabeça
E desequilibradas
Mulheres confusas
De guerra e de paz
Mas nenhuma delas
Me fez tão feliz
Como você me faz...
Procurei
Em todas as mulheres
A felicidade
Mas eu não encontrei
E fiquei na saudade
Foi começando bem
Mas tudo teve um fim...
Você é
O sol da minha vida
A minha vontade
Você não é mentira
Você é verdade
É tudo o que um dia
Eu sonhei prá mim...
Na música, um homem fala sobre várias mulheres que passaram pela sua vida, mas apenas uma delas o marcou.
Eu sempre tive a leve impressão de que a liberação feminina era uma farsa. Uma farsa bem arquitetada e plantada em nossas vidas, ditando nossas atitudes e pensamentos. Mas eu poderia estar apenas sendo eu mesma, Patsy - a louca das conspirações infundadas, tentando achar cabelo em ovo. Mas, há alguns dias, eu estive com um exemplar de um periódico antigo chamado "Revista Feminina" que ditava regras de bom comportamento para as damas criarem um ambiente harmônico no lar e agradarem seus donos, ops, digo, respeitáveis maridos ou noivos.




