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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Sobre esses seres adoráveis e que tantas mulheres amam! - Parte II


É com imensa alegria que venho anunciar que a nossa postagem de hoje foi escrita por duas leitoras. Meninas, de verdade, adorei os e-mails com a histórias de vocês! E quem quiser aparecer aqui no blog, manda a sua história pra gente!

Como as meninas não falaram nada acerca do sigilo quanto aos nomes das mesmas, chamarei uma de Cleosvalda e outra de Sany.

Divirtam-se!

O encosto de Cloesvalda
Minha ex-sogra era um pé no saco. Primeiro que eu odeio que fiquem mexendo em mim, e ela vivia pegando no meu cabelo, pegando nas minhas roupas, pegando meus braços, pegando minha barriga... sempre com aquela coisinha:
"Ai que cor linda desse teu cabelo, é o quê?"
"É natural, nunca pintei."
"Aahh.. até parece mentira, se tu não fosse namorada do meu filhinho eu não acreditaria"
E pega, e puxa, e enrola meu cabelo e a minha paciência se esgotando. Ou puxa a minha blusa nova, quase a ponto de esgaçar toda, e diz:
"Ai que coisa linda, foi o Greg que te deu?"
"Não, comprei no centro."
"Ah, mas é bem a cara do meu Greguinho!"
Ou pega no meu braço, puxa minha camisa, aperta minha barriga e diz: "Creeeedo, como ta magricela, tem que comer alguma coisa, homem não gosta de mulher muito magra, né Greguinho?"
Bom, isso é o que eu passava todos os dias que o tal Greguinho resolvia me levar pra almoçar na casa da mamãe.

Uma vez fomos pra praia, e ela junto.

Abre parênteses, meu Deus, a véia vivia pendurada no pescoço do filho, onde a gente ia, ele levava a tia a tiracolo. Era muito chato isso, passamos 1 semana na praia com a véia aporrinhando. Fecha parênteses.

Mas, o que eu quero falar é, bem, eu sou alérgica, sofro de rinite desde sempre. Desde que me conheço por gente eu sofro crises de espirro. Mas a veia achou uma explicação maravilhosa pra isso! Imaginem... era encosto! Como eu não pensei nisso antes? E encosto se cura com uma visita lá no terreiro na sexta feira. A veia queria me levar numa seção de sei lá o que que ela praticava, pra curar a minha rinite alérgica, vê se pode? Óbvio que não fui, e ainda tive que brigar com o meu ex, por que ele queria que eu fosse também.
Essa foi minha primeira sogra, espero nunca repetir a dose.

E quando o sogro é um pé no saco?

Em verdade são previlegiadas as garotas que se obrigam a competir com suas sogras pela atenção de um homem!
No meu caso, a sogra é MARAVILHOSA, eu empresto roupas pra ela, ela me espresta as dela, meu cunhado é a coisa mais querida do mundo, minha concunhada também é muito legal (aliás me apresentou o blog de vcs), enfim, uma família que seria perfeita, se não fosse... O SOGRO!

É verdade, não sofro do mesmo mal do que os descritos nesta página por um simples detalhe... que tem a mania de competição comigo é o sogro.

Em uma dos primeiros jantares em que fui convidada para ser apresentada a família, este ser inominável soltou a seguinte frase... "Encontrei hoje aquela garota que tanto te ama sabe?! Perguntou por ti! Disse que nunca iria te esquecer!". Eu como menina bem educada que sou resolvi entender que a frase foi dita pelo simples fato de que ele não havia se acostumado com a idéia da presença de uma namorada de seu filho mais velho.
Contudo, com o passar do tempo entendi que tal ato não foi realizada por descuido de um homem distraído, mas sim maldade de um pai enciumado. As demais frases não foram tão gentis como a mencionada (Tais como "vamos lá, irei te apresentar mulheres maravilhosas" ... "não te mete égua").

E tudo que sofro é em nome do amor, e espero que valha a pena... ao menos meu namorado não deixa em branco, deixa claro seu desgosto nos atos cometidos pelo pai ("Não quero conhecer ninguém, ela me satisfaz por completo" Obs: o papaizinho fica com cara de cu ao ouvir tal resposta)
Bom, esse é o resumo da minha história com relacionamento "com sogra", espero que ninguem mais tenha que passar por isto. Dê graças a Deus que é a sua sogra que quer competição e não seu sogro!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Sobre esses seres adoráveis e que tantas mulheres amam!


As boas que me perdoem (incluindo a minha), mas as más fazem a fama.

Quem nunca teve uma sogra com uma índole não muito boa (ahnn.. eufemismo mode on!) que atire a primeira pedra.

Meu namorado costuma dizer que mulheres são competitivas demais, então noras sofrem mais que genros (seguindo a lógica dele), já que sogra e nora estarão sempre dispostas a travar uma batalha medieval, tudo pelo amor do pimpolho delas.

Depois de longa discussão, a CF decidiu reunir as melhores histórias de sogras que as membras relataram em uma compilação única, claro que contadas com um pouco de exagero, então você, mulher desesperada por um peguete/namorado/marido faça-nos o favor de não se assustar e desistir do Santo Antônio, porque quem conta um conto, aumenta um ponto - e não seria diferente com a gente.

O dia em que Sinforosa sentou no lugar do cachorro
Sinforosinha, amiga minha há anos, muito fina e delicada, foi convidada pra almoçar na casa do namorado novo.
Ela, moça educada que é, aceitou o convite de bom grado e teve a delicadeza de fazer uma torta de chocolate para levar de sobremesa, afinal, não custava nada agradar a sogra, certo? Errado! Sinforosa chegou na casa da megera na hora marcada e eis que, na hora do almoço, a sogra diz: “Poxa, mas que pena! O único lugar disponível pra você é o do Boris (um poodle xexelento, mais sujo que cachorro de mendigo!). Que alternativa restava a Sinforosa? Almoçar no chão? Lá foi ela pro lugar do Boris, uma cadeira com o estofado todo encardido e com um tufo de pêlos brancos.

Cocotinha mais rebaixada que o Vasco
Quando Maricota (Cocotinha para os íntimos) recebeu o convite para almoçar na casa do namorado, Clebyston, no domingo de Páscoa, não foi capaz de imaginar o que a esperava. Eis que quando toda a família de Clebyston se reúne na mesa, Dona Tribufu se levanta e diz: “Queria apresentar a vocês a Cocota, colega de trabalho do Clebyston!” Mas que porra é essa? – pensou Cocotinha. Eu namoro com o Clebystinho há 10 meses e essa vaca vem dizer que sou colega dele? Clebyston, venha cá, por que sua mãe fez isso? RESPOSTA DO CLEBYSTON: “Maricotinha, não liga, amor. É o jeito da mamãe, é a maneira dela de falar que você é minha namoradinhazinha!”.

Gleyscilene e o elefante
O namorado de Gleyscilene, Joséph, resolveu fazer uma festa surpresa de aniversário para sua amada. Festa vai, festa vem... salgadinhos gostosos, bebidas mil, balões super coloridos e, de repente, Gleyscilene escuta: “JOSÉPHHHHHHHHHHHH, VEM AQUI E TRAZ A GLEYS, FILHO!” Lá vão os dois na sala, lugar onde a Dona Chatonilda se encontrava. Dona Chatonilda pega o presente e diz: “Gleys, querida, vi e lembrei de você. Espero que goste.” Gleysicelene abre o presente e... tcham ram ram... um chaveiro de elefante! Um elefante. Um elefante de circo. Todo branco com rosa e uma florzinha na orelha. Não que Gleys pareça a Kate Moss, mas pra Preta Gil falta muito, heim? Gleys se pôs a chorar compulsivamente. Reza a lenda que até hoje ela tem pesadelos com sogras, circos e elefantes.

Você tem uma história de sogra pra contar? Manda pra gente!

Manteremos o anonimato se assim desejar (pra alguma coisa minha criatividade para nomes toscos tinha que servir!)

- Dúvidas, críticas, xingamentos, elogios, depósitos na conta bancária? analia@corporativismofeminino.com

domingo, 24 de agosto de 2008

Da Série: Coisas que você não deve fazer na casa da sogra, mas você fez.



(pelo menos, EU fiz).

Pois é, namoro novo e eis que surge o convite: vamos jantar na casa da minha mãe neste domingo?

“Claro!”

Na nossa cabeça, sinal claro de relacionamento caminhando, já que você foi A eleita para conhecer o “covil”. Sim, porque casa da mãe do marido/noivo/namorado é um covil. Tem que tomar cuidado onde pisa.
Não se enganem, conhecer a sogra pode ser o início do fim... Principalmente se você for um pouco “desligada” desses rituais, igual a esta que vos escreve! Da próxima vez, usarei a tática do “silêncio, sorrisos e balançar a cabeça positivamente”.

Primeiro dia na casa da mãe dele, um jantar (com direito a talheres diferenciados e tudo). Tudo bem que essa era bem fresca, mas coisas que eu poderia ter evitado:

- Não comer a comida com o garfo de sobremesa;
- Não derramar o chocolate da fondue na toalha super requintada;
- Não falar que detesta política;
- Não contar que odeia ver o Jornal Nacional;
- Não dizer que tem orgulho de morar no subúrbio e não vê nada demais em Copacabana;
- Não parecer melhor que o filhinho querido;
- Não criticar o fato de que o bebê da mamãe já deveria pagar as próprias contas;
- Não dizer que ADOROU o pai dele e atestar que você foi PRIMEIRO na casa do pai dele, sendo esse pai odiado pela ex-mulher – que é a sua sogra- e detestado pelos outros filhos e outras noras bajuladoras;
- Não falar o que pensa;
- Não ter personalidade;
- Não se oferecer para ajudar na louça;

Sim, eu já fiz isso... E até hoje, um ano depois do término, sou comentada na casa dele e na roda de amigos... hahahahahahaha. De alguma forma, eu deixei minha “marca” na casa dela.


Só pra lembrar: nem todas são assim... eu já tive um sogra que era mãezona mesmo... mas isso é tema para outro post!


Beijos e excelente semana.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Quem tem sogra conta história

"Eu vou matar a minha sogra!”

Quantas vezes você já não disse ou ouviu alguém dizer esta frase. Pra alguns sogra é uma palavra feia o certo seria Segunda Mãe, mas pra outros só “sogra” não basta, ela vem acompanhada de muitos palavrões.

Temos um relacionamento de amor e ódio com nossas sogras elas fazem parte do nosso cotidiano e é praticamente impossível anula-las de nosso passado, presente e futuro. Ninguém é fada madrinha. Tem gente que "come o pão que o diabo amassou" com a presença da sogra.

Quem já não teve situações singulares com suas sogras. Vou citar dois extremos distintos:
_ Minha sogra sempre ficava comigo à noite quando meu marido ia jogar com os amigos, ela me ajudava a cuidar de meu bebê, que tinha na época 2 meses, recentemente descobri que ela acorbetava meu marido com a amante, sempre que ele saia pra ficar com a outra, ela vinha ficar comigo.

_ Descobri que meu marido estava de flerte com uma colega de trabalho, avisei minha mãe que iria sair de casa, liguei pra minha sogra e contei tudo, ela prontamente ligou para seu filhinho e disse que ela não tinha criado homem cafajeste, e que se a nora dela saísse de casa ela ia esquecer que tinha filho.

Nos dois depoimentos não vemos uma semelhança, mas, se trata de mãe e filha, será que os tempos mudaram ou relacionamento sogra e nora não depende de fatores culturais? E quando você está do outro lado da força, ou seja, você é a sogra o que fazer?

Mesmo depois de tudo acho que a tolerância, a aceitação e o respeito pelo espaço do outro estão entre as possibilidades para se conseguir uma convivência saudável entre sogras e noras. E olha se você não morre de amores pela sua sogra ou sogro e até mesmo sua nora... tente compreender o espaço deles nessa história toda. Se mesmo assim ficar difícil, seja assertivo, ou seja, procure um meio termo entre agressividade e passividade, evitando ao máximo ser agressivo ou passivo diante dos fatos, tentando sempre. “Defenda os seus direitos com tranqüilidade e objetividade, mas nunca agressivamente”. Agora se nem isso resolve então é melhor você começar a respirar pelo diafragma pra não cometer uma loucura.

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