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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Putanhar

É comum a mulherada em algum momento da vida "putanhar." A expressão pode soar forte para as mais fracas (ou hipócritas, mesmo). Se você nunca fez, seu dia há de chegar.

São muitos os tipos de "putanhagem". Tem aquele mais comum, que é quem sai para a balada e beija vários caras na mesma noite. O famoso "rodar a banca". Tem também quem não pega ninguém, mas provoca a torcida do Corinthians com caras, bocas e roupas. E aquela que acha um novo amor da sua vida a cada quinzena? E a que tem um rolo em cada bairro da cidade?

Dois pontos (mas não só) justificam a "putanhagem":

1- O mais clássico dos motivos. Término de namoro/casamento/rolo complicado. Nesse caso, a menina opta por não se fechar no seu mundinho e, em vez de se trancar em seu quarto escuro e ouvir Alanis Morissete, se joga nos braços do mundo. Literalmente.

2- Auto-estima de merda. Tá se sentindo gorda, tá se sentindo um lixo, tudo está dando errado. Pegar geral pode não dar o resultado esperado, mas ajuda.

Escrevo isso para dizer: estou oficialmente putanhando, pela primeira vez na minha vida. 24 anos nas costas, minha gente.
Essas coisas a gente não planeja. Mas nunca imaginei que eu pudesse "abrir as asas".

Começou num sábado há uns 3 meses, numa balada absurda. Nunca vi tamanho desespero por metro quadrado, a galera era MUITO sem noção (e nem era das mais feias!). Mas nem a senhora sua avó zeraria um rolê daqueles.

Peguei um pra dar o "start". Aí peguei o cara que eu queria, com quem fiquei um tempinho. Mas aí cansamos um do outro e eu fui atrás do que mais tinha de bom no lugar. Daí peguei outro. E outro. E outro. Aí participei de algo como um sanduíche. Enfim. Primeira vez na vida. Nunca tinha beijado mais de dois na mesma noite.

Até outro dia eu fazia contas. Sabia exatamente quantos, quem e como. Agora as coisas começam a se complicar: não lembro a cara de metade da galera, e muito menos o nome.

E assim foi: em todas as saídas seguintes àquele sábado fatídico, sempre peguei. Nas estatísticas entre meus amigos (homens e mulheres), só eu seguia com 100% de aproveitamento.

Importante lembrar duas coisas: essa é a PRIMEIRA vez na minha vida que algo semelhante acontece. Entre os 15 e os 17 anos, época em que muitas de vocês beijavam muuuuito, eu estava numa seca eterna. Fiquei 3 anos sem beijar ninguém, nessa época. Mas eu tinha os melhores amigos do mundo e a melhor época da minha vida, mesmo assim. Coisa estranha isso.

A contabilidade na minha vida é toda deturpada. Comecei a beber só com uns 17 anos. Entre meu primeiro e meu segundo cara (sexualmente falando), houve um intervalo de... güenta aí, deixa eu fazer as contas. N-O-V-E anos. Nove anos, minha gente.

Então agora I'm a whore, pego geral, não zero nem em chá de bebê (juro. Peguei dois num CHÁ DE BEBÊ, mas isso é história para outro post) e perdi as contas.

Mas poxa.

Eu mereço.

Me deixa. Não, não me deixa não. Me segue no twitter.

Observação: Não que isso supra a falta constante de um amor na minha vida. Mas diverte um pouco.

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E vocês, gente? Já putanharam? Concordam com a "prática"? Contem os causos pra gente!

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Beijo,

Anamyself

domingo, 28 de novembro de 2010

Coisas que surgem do Nada – Parte 1: Antipatia


Você está sossegada no seu canto e de repente ela chega sem avisar e senta do seu lado. Aí você começa a sentir uma leve irritação, um incômodo, uma falta de paciência, tudo isso subindo pelo estômago. Senhoras e senhores, abram alas que ai vem ela, a Antipatia!

Tá ai uma coisa que não tem explicação, às vezes ela surge sem motivo, apenas alegamos que “o santo não bateu”, e outras vezes ela surge por causa de uma atitude, uma fala, um gesto... É impossível prever como e quando ela vai chegar, mas não se engane, uma hora ela chega. Pode ser passageira, pode ser que venha para ficar.

Eu sou mestre em ter isso, e algumas vezes nem é com uma pessoa, às vezes é um programa de televisão, um objeto, uma matéria da faculdade, um livro. Crepúsculo por exemplo, eu não li/vi e nem vou ler/ver porque tenho antipatia (fãs xingando em 5...4...3...). Outro exemplo é o Orkut. Juro que é só fazer o login que já começo a ficar incomodada com aquele negócio que antes tomava boa parte do meu dia. Hoje, só entro para olhar scraps e às vezes responder. O processo todo não deve demorar mais do que 5 minutos.

Acho que todo mundo já passou pela situação de ser apresentada (o) a alguém e simplesmente não ir com a cara da pessoa. De do nada surgir uma antipatia que nem você sabe dizer de onde vem. Seu santo apenas não bateu com o dela.

Confesso que nos últimos dias, tenho tomado antipatia das coisas com muita facilidade. E por este mesmo motivo, ando muito chata e reclamona, eu sei, e peço desculpas aos meus amigos e seguidores no twitter que têm firmemente me agüentado. Mas na boa? Sou só eu mesmo ou o mundo resolveu expelir sua podridão? Porque tá tenso de verdade. Vou para balada, tem mala que gruda. Vou pra faculdade e de repente todo mundo parece estar no jardim de infância, vou pro cinema e o diretor de quem sou fã faz uma porcaria de filme, fico em casa e a programação da TV é ridícula e o twitter/facebook está sem graça.




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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A Minha Falta de Habilidade em ser Dona de Casa


Quem me conhece já sabe, quem me segue, soube: não nasci para ser dona de casa. Esses dias no twitter, eu postei que minha mãe havia pedido para eu limpar a geladeira e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que eu não tinha a mínida idéia de como se fazia isso. Uma vergonha, eu sei, mas who cares?

Eu não sou dona de casa e ponto. Sou uma mulher moderna, é isso. MO-DER-NA. Não sei cozinhar, lavar, passar e muito menos cuidar de criança. E apesar de que neste texto eu digo eu quero ser esposa e mãe a moda antiga, a probabilidade disto se concretizar me obriga a encarar os fatos. Sou péssima candidata a Amélia, perfeita como Betty Boop.

Pra vocês terem uma idéia, meu cardápio se resume apenas a strogonoff, arroz, macarrão, cachorro-quente, brigadeiro, cookies, bolos e sanduiches. Quer dizer, além de péssima dona de casa, se eu depender disto viro obesa. Passar então, nem se fala! Acho que demoro meia hora para passar uma blusa. E não complica, porque se tiver que mudar a temperatura do ferro para cada tipo de tecido, já era.

Meus dotes são limitadíssimos e muito pouco reconhecidos. Por exemplo, quem dá valor a alguém que desentorta quadros como ninguém? Ou que consegue pensar no que fazer para o almoço? Vejam bem, eu disse PENSAR. Isso significa pedir para alguém fazer (obrigada mamãe/papai/irmão) ou ligar para o delivery. Ou ainda: quem lembra da pessoa que repõe o papel higiênico, quem, quem? Todo mundo xinga quando percebe que acabou, senão, ninguém dá falta.

Umas semanas para trás eu estava trabalhando e ouvi das minhas chefes a seguinte frase:

“A Fulana que é uma mulher de verdade. Sabe todas essas coisas de casa, não é como nós que não sabemos nem fritar um ovo”

*Nota mental: adicionar ovo frito no cardápio.*

Então é isso? Se eu não sei fazer todas essas coisas eu sou menos mulher? Ou sou fútil? Ou mimada? Pera lá, não é bem assim. Posso ser descuidada e talvez até um pouco mal acostumada, mas isso não significa que eu seja um aborto da sociedade feminina. Ou significa?



Será grave, doutor?


É claro que mulheres modernas como eu também sabem se viram muito bem. Sendo assim, só restam duas saídas para nós: a) casar com um homem rico para contratar várias empregadas ou b) aprender na marra. Qual vocês acham mais provável?



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terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Fantástico Mundo de Bob


Sabe aquela pessoa que cria mil e uma histórias na cabeça e quer transportá-la para a vida real? A pessoa que vive num Fantástico Mundo de Bob é assim: imagina uma coisa e esquece que ela não aconteceu na vida real. Algumas vezes para não se sentir ridícula por ter se dado mal, outras só porque querem mesmo (ou eu não encontrei uma explicação plausível para o fato).

Com vocês, a pessoa que vive num Fantástico Mundo de Bob.


Situação 1:
A: Então, eu estava lá parada. Apenas curtindo o show e tal, e de repente o guitarrista começou a olhar pra mim...
B: Jura??? Que legal! E aí, o que mais aconteceu?
A: Aí depois que o show acabou, ele veio direto até mim e falou que eu era a mulher mais bonita que ele viu na vida, que queria casar comigo e ter 3 filhos. Me pediu em casamento e tudo!!! Mas eu nem quis porque ele não fazia meu tipo...
B: Ah, claro...
(No dia seguinte):
C: Nossa, você viu que a A levou um fora do guitarrista lá da banda? Ela grudou nele depois do show, tava praticamente se jogando em cima dele e o cara neeeeem ai! Parece que ela falou algo como casar e ter filhos também...
B: Sério? Ela me contou diferente, mas esta versão faz muito mais sentido.

Situação 2:
A: Nossa, você não vai acreditar!!! Eu fui ao supermercado hoje e na seção de vinhos, um argentino MARAVILHOSO veio conversar comigo, falou que tinha acabado de chegar ao Brasil e não sabia qual vinho deveria levar. Trocamos algumas idéias sobre o assunto e tal, depois cada um foi para um lado. Aí, quando eu fui pra fila do caixa, adivinha? Ele apareceu logo atrás de mim. Pediu meu telefone e me convidou para ir com ele à Buenos Aires. Prometeu me mostrar a cidade toda!
B: E você topou, né?
A: Claro que não, tá louca? Passei até o número errado...que cara doido!

Situação 3:
A: E ai, você passou na matéria?
B: Passei não, tomei pau por falta, acredita?
A: Não creio!
B: Verdade! Eu fiquei com 99 no semestre, mas tava com 1 falta a mais e o professor não quis tirar...

Acho divertido fantasiar algumas situações. Que mulher nunca imaginou uma cena romântica, uma briga com o namorado (e a reconciliação, claro)? Faz bem e estimula a criatividade, mas o tempo todo só pode ser caso clínico. Além de encher o saco.

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Gentém do céu, peço desculpas pelo sumiço, mas eu estava trabalhando igual Isaura e fiquei sem tempo de escrever para o blog, mas agora estou de volta! ;) Miss you, guys!

terça-feira, 27 de julho de 2010

As fases da vida contadas em festas

Há algum tempo, uma amiga me ensinou que a vida pode ser contada em festas.

Calma, não estou falando da sua amiga que fica bêbada e acaba contando tooooooda a vida pra você. Não, não.

Estou falando da linha do tempo dividida entre as festas que fazem parte da nossa evolução humana.

Explico: Durante toda a nossa vida, haverá uma época para cada tipo de festa. Por exemplo, tudo começa na sua festa de 1 ano de idade. Você não se lembra de absolutamente nada, mas há inúmeras fotos e vídeos que registram a ocasião. Este festa é sua só no nome, pois vão apenas os amigos dos seus pais, os filhos dos amigos dos seus pais e os parentes dos seus pais. A única coisa sua é a foto do convite. E os presentes.


Logo depois vêm as festinhas na escolinha, êêêêê! \o/ Dessa vez você tem algumas lembranças: salgadinhos, brigadeiros, refrigerante, chapeuzinho, professora e coleguinhas reunidos em volta das carteiras que foram juntadas para formar uma mesa só.

Ainda na fase da escola, também existe as festas na casa dos amiguinhos. É lá que provavelmente você irá aprender a avacalhar na hora do parabéns, brincar de verdade ou conseqüência, sendo a “verdade” ter que dizer o nome do (a) menino (a) que você gosta e a “conseqüência” ser “pagar um mico”. Mais tarde essas brincadeiras vão evoluir para Salada Mista e 7 Minutos no Paraíso.


Passada essa fase, começa a temporada das festas de 15 anos. São nelas que você vai saber se é popular ou não pelo número de convites que recebe. São nelas também que você toma seu primeiro porre e acha que “15 anos” também é micareta. Descobre também que all star com terno é original. Nessa fase você também aprende a entrar de penetra nas festas em que não foi convidado. E no dia seguinte, você sabe o que é ter ressaca e como esconder dos seus pais que você bebeu (muito) na noite anterior.

Depois vêm as formaturas do 3º ano. Aí você já está “mais velho” e sabe que algo muito bom está por vir: a faculdade. Aí você se joga na pista. Nessa fase, alguns já descobrem que all star com terno é mais comum que gergelim em pão de hambúrguer. Outros, ou ainda acham que é “alternativo”, ou sinônimo de estilo. Tsc tsc.

Nas formaturas de 3º ano você também descobre o whisky com energético e o que é acordar com gosto de guarda-chuva na boca. Os belo-horizontinos descobrem também o pós-festa no Mercado Central.


Passado o 3º ano, agora você está na faculdade e é a vez das festas universitárias. É agora que você descobre o bar do outro lado da rua e que pode sair no meio da aula para ir pra lá. Descobre também que dá pra sair durante a semana e ir direto pra aula depois da festa. Sem contar as calouradas onde 90% dos presentes não são calouros, mas veteranos atrás de calouros para “dá uns pega” e que encontro de estudantes e congressos não são apenas para estudar e aprender novas técnicas do curso, mas que renderão boas histórias e risadas. E que festas universitárias são as mais baratas e divertidas de todos os tempos.


Como tudo que é bom dura pouco, a faculdade um dia chega ao fim e é hora de virar gente grande de verdade. E começa pela festa de formatura! É lá que você relembra todas as festas memoráveis, as pérolas que soltaram na sala de aula, os professores que passaram, mesmo que você não se lembre muito bem deles, e que descobre que os amigos feitos durante os 4 anos (em média) são os mais verdadeiros.

Lá você descobre que se você já não estiver empregado, você tá f*&$#@o e que se estiver, você terá responsabilidades muito maiores (ou seja, também estará f*&$#@o).

Descobre também que não haverá mais a desculpa “sou universitário e posso cometer erros” e que um erro seu pode te colocar no meio da rua.

E claro, descobre que terno com all star é ridículo.


Recapitulando: aniversário de um ano, festinhas na escolinha, festas de 15 anos, festas de formatura do 3º ano, festas universitárias, formatura da faculdade... Pela ordem da evolução humana, o próximo estágio seriam as Festas de Casamento. Esta sim é uma fase complexa.

Porque, ora bolas? Eu sou casada (o) e não me arrependo!

Calma, sua besta desesperada! Eu não estou falando que casamento é ruim e que a vida de solteiro é melhor. Falo ainda da linha temporal.

Vejam bem: agora você de fato é um adulto e deve arcar com as conseqüências da vida adulta. Você terá que zelar pelo seu bem-estar e pelo bem-estar do seu cônjuge, terá que pensar um zilhão de vezes antes de fazer algo que possa afetar alguém que não seja você, e claro, qual é o próximo passo, hein hein? Não que isso seja ruim, só uma transformação de vida mais séria. Não que eu tenha de fato alguma experiência no assunto, mas foi assim que meus pais me ensinaram.

Para escrever esta parte, utilizei meus (poucos) conhecimentos sobre o assunto e precisei pedir ajuda azamiga já casadas.

Nas festas de Casamento, você descobre que Trouxinha e Quirche são a mesma coisa que coxinha e empadinha, só que com nome mais elegantes. Descobre também que não importa quão eficaz seja o sistema de segurança, sempre haverá um penetra. E que boa parte dos seus convidados você não faz a menor idéia de quem seja, só chamou por que sua mãe fez questão ou por educação.

Verá também qual dos seus amigos será o próximo a subir no altar, qual deles ainda parou nas festas universitárias e quais serão os solteirões. As mulheres que ainda não casaram, ficarão com uma pontinha de inveja da noiva, e os homens, solteiros ou comprometidos, ficarão receosos quanto ao dia que serão eles a casar e quais idéias a sua acompanhante está tendo a partir daquilo. E se você for madrinha/padrinho, descobre que terá um belo furo na conta bancária por causa do presente de casamento e, no caso da mulheres, do vestido (mas que mesmo assim, será uma honra).


Nascer, crescer e...reproduzir!

É mano, você tá ficando velho... ainda ontem você estava na escolhinha cantando parabéns pra você e com quem será com seus amiguinhos e hoje você está comemorando o aniversário de um ano do seu filho! Parabéns!


As próximos etapas você já conhece, basta acrescentar "DO SEU FILHO" em cada tópico apresentado.

Claro que há pessoas que não seguem essa ordem cronológica e acabam não formando, reproduzindo, comemorando o aniversário de um ano do filho, casando, entrando na faculdade, formando na faculdades e reproduzindo de novo, mas qual o problema?





(Parafraseando a @bbel)

Para me chamar de maluca: claris@corporativismofeminino.com
Para ler minhas maluquices: @claris_simao

terça-feira, 20 de julho de 2010

Manual Prático de Conquista for Dummies – Men’s Edition


Atendendo a pedidos, eis aqui um guia para aquele tipo de homem que custa a perceber quando a mulher está afim dele.

É fato que homens e mulheres se deparam com esta dúvida durante a fase da conquista, e, particularmente, acho essa incerteza gostosa. A certeza não dá emoção nem libera endorfina. O arriscado é sempre mais atraente.

Mas este mesmo sentimento, essa insegurança, pode muitas vezes encher o saco se não for correspondida ou se a “vítima” não perceber que está na mira e acabar espantando o (a) interessado (a).

Eu confesso que sou extremamente preguiçosa para essas coisas. Se dá muito trabalho, eu pulo fora mesmo. Me chamem de frouxa, de acomodada ou do que for, mas a verdade é que eu não tenho saco para ficar dias, meses, anos, até que o cara finalmente me note. Qué, qué. Se num qué, num qué.

Nada mais irritante do que você dar mole para o cara e ele nem perceber. Ô vontade di sacudi essizomi!

Então, visando elucidar as questões referentes às acima citadas, o CF (eu, na verdade) preparou um guia prático para o HOMEM LERDO. Enjoy it! ;)



• Capítulo 1: Introdução a psique feminina e outros temores:

A primeira lição é: muito raramente a mulher chegará em você. Ela vai preferir jogar indiretas e sinais sutis do que dizer abertamente que está afim de você. Por quê? E eu vou saber? Porque mulher é um bicho bobo. Porque ainda existe homem que se assusta com mulheres “prafrentex”. Porque sim, ora essa!

A mulher sempre vai preferir que você chegue e para isso vai demonstrar de alguma forma que está disponível e, como diz uma amiga minha, “querosa” por você. Se isto não for o bastante para que você se toque, ela vai partir para uma abordagem um pouco mais produtiva. Se nem assim você perceber, se mata ela vai atacar com força total para chamar sua atenção, algumas vezes exercendo o papel que ela esperava que fosse seu.

• Capítulo 2: Reconhecendo os Sinais:


Para decodificar os sinais, da forma mais correta possível, levando em consideração que toda regra há sua exceção, você deve ficar atento a maneira como ela o faz. Um olhar mais prolongado, uma passada de mão no cabelo, um sorriso, e encostar várias vezes, PODEM significar muito mais que amizade.

ATENÇÃO!!! Ela ser simpática, atenciosa, extrovertida e educada, não são sinônimos de “estou te querendo”. Diferenciar isto não é fácil, mas ninguém disse que seria.

Para auxiliar a identificação, eis aqui um esquema de sinais comuns entre as mulheres:


• Capítulo 2.1: Ela deve estar afim de você quando:

- Te olha por mais tempo, algumas vezes sem falar absolutamente nada. Há variações de olhares que vem acompanhados de sorrisos, piscadas e “canto de olho”;
- Conversa mais com você do que com as outras pessoas;
- Quer saber mais sobre você;
- Te encosta várias vezes.

• Capítulo 2.2: Ela possivelmente está afim de você quando:

- Joga indiretas;
- Sorri para você
- Pergunta sobre relacionamentos passados e projeções futuras;
- Enrola os cabelos nos dedos ou passa a mão diversas vezes neles.
- Puxa papo;
- Pergunta qual o perfume que está usando;
- Elogia roupa/perfume
- Fala que sua banda favorita é a banda favorita dela.



• Capítulo 2.3: Ela DEFINITIVAMENTE está afim de você quando:

- Pega na sua perna;
- Faz insinuações;
- Conversa bem perto;
- Te beija (É bom frisar esta parte, pois alguns homens ainda têm dúvidas quanto a isso).




Espero que tenha ajudado. Por hora é isso, se houver mais dúvidas e outros sinais, crio a parte II.

E você, o que faz para demonstrar que está afim de um cara? E os homens, como percebem que uma mulher está te dando mole?


Para réplicas: claris@corporativismofeminino.com


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terça-feira, 13 de julho de 2010

Cuidado: TPM




Creio que todas as mulheres devam ter histórias engraçadas sobre as suas TPMs. Pois é, eu tbm tenho. Antes de entrar no assunto, devo explicar que existem 2 tipos de TPM: a que briga com tudo e com todos e a que chora por tudo e por todos. Se numa mulher no tribunal, acusada de cometer um crime, alegar estar de TPM no dia, provavelmente ela será absolvida. A minha TPM é a mais comum: quero matar todo mundo.

Devo dizer também que TPM atrai azar. Tudo de mais improvavel acontece durante a danada.


Caso 1: Primeiro eu acordei atrasada e com cólica, ou seja, ou eu me arrumava correndo pra aula, ou eu tomava remédio. Eu fui correndo pra aula.

Chegando lá, não teve nada de importante, e ainda eu estava com cólica. Resolvi voltar. Voltando pra casa, o retardado do motorista do ônibus resolveu não abrir a porta para eu descer no meu ponto (que fica na esquina daqui de casa). Ele parou no ponto, viu que eu tava em pé em frente a porta e NAO ABRIU!!! (Tipo: ” -Vai descer? -NÃO, TO AQUI PRA APRECIAR MELHOR A PAISAGEM). Infelizmente isso não aconteceu, mas foi lindo na minha cabeça.

Bom, então fui falar com o motô e o cretino gentil senhor não me respondeu. Desci no outro ponto, que é na esquina de baixo só que com um detalhe: é um morro gigante. E eu mencionei q estava com cólica? ¬¬

Pois bem, subi xingando até a 25ª geração do motorista e do trocador. Chego em casa já naquele estado de irritação, e eis que fico sabendo que a minha matéria talvez não saia porque a idiota da editora nem pra arrumar UMA mísera foto, serviu! E eu teria que me virar pra dar um jeito nisso. Maravilha, não? Ok, nada como uma repórter para arrumar as bagunças dos editores.

Resolvido isso, achei melhor deitar para ver se passava a maldita cólica que parecia só aumentar cada vez que eu me irritava.

Não, não passou.

Nesse ponto eu resolvi ceder ao remédio, que é sempre minha última opção. E ele tinha acabado. Great! Liguei pra farmácia e pedi pra entregarem a domicílio, detalhe: a farmácia é pertinho, coisa de uns 2 quarteirões, “vai chegar rápido” pensei. 1H30 DEPOIS o motoboy chega com o remédio e o que tinha acontecido? Isso mesmo, a cólica tinha passado.


Caso 2: Eu realmente fico irritada na TPM. Peço desculpas a todos que me aguentaram e aguentam durante esse período. Eu amo todos vcs, mesmo dizendo que não.

Bom, certa vez estava eu conversando no MSN com um amigo via web cam. Como, na época ele morava fora do Brasil, era comum ficarmos até tarde na internet conversando e bebendo. Sim, eu costumo beber em frente ao computador conversando com outras pessoas. Não é sempre, claro, mas enfim.

Minha web cam nunca foi lá grande coisa, mas servia pro gasto. Porque servia? Bem, nesse dia eu estava de TPM.

Pois bem, a câmera falhava e caía toda hora. Sério, de 5 em 5 minutos caía. Então o que eu fiz? Arranquei a maldita do pc e joguei na parede com tanta força que, obviamente, quebrou. É claro que a câmera não funcionar direito não é desculpa para jogá-la na parede (crianças, não tentem fazer isso em casa), mas esse não é o ponto. Claro que depois disso ela ficou inutilizada e fui obrigada a jogar no lixo.

Hoje eu estou proibida de ter web cam no quarto. Compreensível, não?


Caso 3: Então, esse dia foi um dia muito ruim. Cheguei em casa, 12:15, super correndo porque tinha médico às 13:30 O_o. Acabei saindo daqui por volta de 13h. Até ai nada de incomum na minha vida. Ok, então passemos pra parte ruim.

Chegando no ponto de ônibus (na esquina daqui de casa de novo) vejo o ônibus PARADO NO TRANSITO e corro pra pegar e chegar a tempo no médico. O fdp motorista não quis abrir pq eu estava fora do ponto (que estava há uns 5m, sei lá…uma quantidade ínfima!!!).

Pois bem, depois de muito insistir, eu mando ele tomar no cu, mentalmente, e vou esperar o proximo, que só chegaria 25 min depois. É, eu já estava atrasada pro médico.

Ai depois que cheguei no consultório, foi normal e rápido. Dai fui encontrar meu namorado na época no bairro mais comercial de BH, a Savassi. Fomos comer, porque não tinha comida nada direito ainda. A solução mais barata e boa que achamos foi uma pastelaria. Maldita solução! ¬¬

Eu pedi os pastéis de sempre, mas não vieram como sempre. O que aconteceu foi que os meus dois pastéis de frango vieram com pouquíssimo recheio (eu diria q era tipo a distância de onde o onibus estava e o ponto, porporcionalmente) enquanto o do meu namorado tava normal. Ai fui lá reclamar. Chegou o gerente pra mim e perguntou se isso tinha sido naquele dia. NÃO, FOI DE SEMANA PASSADA. EU ACHEI NA BOLSA E LEMBREI De VIR AQUI. ¬¬ Infelizmente eu não falei isso, por pouco, mas enfim. E ainda ficou me olhando com aquela cara de quem pensa "Sua gorda gulosa".

Ele chegou ao ponto de falar que a massa do pastel era maior, porque são duas pessoas que fazem o pastel, um de manhã e um de tarde. Eu disse que isso era por volta das 16h?? É, deve ser manhã…

Ai eu fui embora, desisti novamente de render o assunto. Comi os pastéis de vento com pitadas de frango e fomos embora.

Aproveitando que eu tava passando pelo BH Shopping e tinha que ir lá mesmo, desci e fui fazer minhas coisas. Malditas Coisas ¬¬ .

Quando terminei de fazer tudo, por volta das 20h, fui pro ponto esperar o ônibus para filnalmente ir pra casa. Doce Ilusão. Fiquei esperando 40 min para passar o ônibus. Quando passou, estava lotado. Não é frescura, tava lotado mesmo, com gente espremida na porta da frente. Não entrei de jeito nenhum. Esperei pelo próximo, que passou 20 min depois e estava do mesmo jeito. E agi do mesmo jeito. Passou o terceiro. Eu preciso repetir??? Tá, ok. Ai nesse ponto eu tava com o joelho latejando de dor, a cabeça acompanhando o ritmo e um mau humor do c%&*&%$@! Liguei pro meu irmão para ele ir me buscar. 20 min depois passa um ônibus vazio e meu irmão já estava chegando.

Caso 4: Eu não tenho espelho no quarto. Ás vezes é bom, ás vezes é ruim. O que aconteceu? Bem, ele foi ao encontro da web cam, digamos assim. O que acontece é que minha imagem pessoal nunca me agradou e não me agrada. Desde pequena sou assim e não digo isso para ser elogiada. Isso não resolve nada, portanto não precisam se sentir na obrigação de elogiar. =)

O que aconteceu foi que um dia, uma sexta a noite, eu estava me arrumando para sair. Como a maioria das mulheres, eu experimentei 265 roupas e nenhuma me agradou. NENHUMA. Uma mulher normal decidiria fazer regime, comprar roupas novas ou tentar outra combinação. Eu decidi tirar o espelho da parede e chutar pra fora do quarto. Quase igual a web cam, mas dessa vez nao quebrou. A sorte foi que minha mãe interceptou e não pude concluir a aniquilação total do objeto.

Conclusão: Hoje não posso ter web cam e espelho no quarto e tirei carteira para não precisar mais pegar ônibus, por mais que, em dias como estes, o trânsito nem sempre ajude.


PSI: Para o alívio de todos, nunca matei ninguém e tomo remédio para que isso não aconteça.

PS II: Este texto é um pouco mais antigo, mas estava na gaveta, como estou muito gripada, e escrever parece ser um esforço hérculo, resolvi postar ele mesmo.

PS III: Atendendo a pedidos, o texto sobre os sinais que as mulheres lançam para demonstrar que estão afim de um cara já está em andamento, espero que até semana que vem, eu possa postar. Reforço que se houver alguma moça que queira contribuir para a produção do texto, mande o que costuma fazer para demonstrar que esta afim de alguem para claris@corporativismofeminino.com

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Minha mala bolsa!

Ela me entende...


Há uma fórmula ideal para uma bolsa ideal. O seu peso ideal. Um kit ideal de higiene e beleza, que devem ser minis, segundo algumas mulheres sensatas com bolsas sensatas - Não é o meu caso. E se você for mãe, morar numa cidade onde tudo fica infinitamente longe e, de quebra, for motorista da sua família? Sua bolsa deixará de ser um mero acessório para virar um kit de sobrevivência. E não, tudo que você precisa não cabe numa singela boceta bolsinha. Definitivamente.

Na minha bolsa sempre tem algo para mastigar. Tenho hipoglicemia, enxaquecas e desmaios. Logo, a barrinha e a balinha são cruciais. Essas coisinhas não são em pequeno volume, é um estoque digno de todas marcas e sabores. O fato de eu ter um filho que não come assim que acorda faz com que nela haja toddynhos, frutas e bolinhos. E não para por aí, com a minha obsessão em cuidar da pele, a água sempre está lá. No mínimo 1 litro. Não é à toa que tenho um ombro visivelmente mais alto que o outro. E olha que eu nem comecei a dizer direito o que há dentro da minha mala bolsa.

Como disse, sou a motorista da família e alguém obrigada a esperar alguém a sair da aula, da natação, do desembarque, da estação, da festa e por aí vai. O fato é que as pessoas nunca saem do lugar na hora marcada e eu sou uma pessoa ridiculamente pontual. Como aturar quase uma hora de espera? Um bom livro. E quando a pessoa chega, você manda esperar porque o negócio está muito bom... Certa vez, andei com um livro de 600 páginas que já havia terminado (havia esquecido de retirá-lo da bolsa) e estava com outro lá, o que estava lendo, de 400 páginas. Conclusão: Na avaliação física, o instrutor dirá "Seu ombro (direito ou esquerdo) é infinitamente mais baixo que o outro".

Vamos agora para a higiene. Absorventes, papel higiênico (que pode faltar em banheiros públicos), fio dental, escova e pasta minis (o que não adianta muito, dada a vastidão de coisas enormes que já estão lá). Levo também uma calcinha, pois sou dormente e dificilmente sinto que menstruei. Sinceramente. E há todo aquele aparato de maquiagem que eu não ligo muito, mas estou sempre reforçando o batom, presumindo a rachadura que a secura de Brasília faz com os lábios. Ok, batom, um pó compacto básico para controlar a oleosidade. Um mini-perfume que serve mais como sachê da bolsa, hidratante (cidade seca, já disse!) e o filtro solar.

Uso filtro solar até para ir ao shopping, ele tem prazo de validade na pele. Pre-ci-so reforçá-lo. E não sou branquinha. Sou morena tropicana até. Mas uso e é graças a ele que não preciso rebocar a cara quando vou fazer a maquiagem. A pouca marca de sóis ainda me faz ouvir a gentileza de que tenho 10 anos a menos. E como tirar esse embelezador da bolsa?

Não sei se já contei para vocês, mas passei um tempo vendendo livros e agora estou acabando com meu estoque. Decidi anunciá-los no Mercado Livre. Sempre estou com pacotes para serem postados nos Correios. E, bingo, mil envelopes com livros prontos para serem despachados. Tenho 2 celulares, 1 tim (plano infinity, você vai mesmo me deixar?) e 1 oi. Fora que quando tenho algo para resolver, mesmo que seja no mês que vem, ele vai para mala bolsa. Pois quando eu estiver passando na frente, assim por acaso, "a coisa" vai estar lá com a possibilidade de ser resolvida. Sim, mais uma vastidão de outras coisas dentro da MALA. Há a máquina fotográfica que está lá caso haja uma foto inusitada para ser tirada ou o registro de um acidente de trânsito. Sem esquecer as vitaminas, pílulas, cartões, documentos pessoais, a frente do som do carro, alguns cds, o guarda-chuva (sou péssima para descobrir quando irá chover, quem estuda o tempo também - basta assistir aos telejornais). Quase me esqueço da sandália havaianas, elas estão lá quando eu não mais tolerar ficar elegante no salto.

Todos os meus ex-namorados davam chiliques quando precisavam carregar minha bolsa. Outros tentaram me fazer ser organizada, analisando cada item e fazendo perguntas do tipo: Por que você carrega uma boneca? Vai brincar?. Porra! Era um chaveiro gigante para eu achar rápido as chaves de casa (FicaDica do Chaveiro Gigante para quem tem bolsas como a minha!). Permitam-me uma entrelinha: Os homens é que são felizes com uma carteira amafanhada no bolso de trás da calça!


Convenhamos, eu sou prática carregando todos esses itens. Mas poucos percebem, vocês percebem???????


Não é à toa que quando roubaram minha bolsa, eu perdi tipos a vida.






E vocês o que carregam na bolsa?






* Não fui assaltada à mão armada. Foi assalto sorrateiro e bobo. No caso, a boba fui eu que deixei minha bolsa no carrinho de compras enquanto escolhia um produto. Refiz meus documentos e recuperei o livro que eu estava quase terminando - Isso já me fez respirar de novo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

As (des)venturas sexuais


Todo mundo passa por alguma desventura sexual na vida. Quem dera se todas as transas fossem boas! Mas não! Sempre tem o cara ruim de cama, broxa, precoce, pinto pequeno, afoito, lento, agressivo... e por aí vai!

É normal os parceiros não terem sintonia no início e depois entrarem no ritmo um do outro. Tanto homens quanto mulheres estão sujeitos a não agradarem o parceiro, mas como eu só tenho experiências com homens, é sobre eles que falarei.

Não culpo os rapazes por não conseguirem nos fazer chegar ao orgasmo sempre. Realmente é muito mais difícil achar o tal Ponto G da mulher, o que na minha opinião, cada uma tem o seu num lugar diferente, mas é inevitável falar que sempre que não o atingimos, saímos frustradas da cama.

Particularmente me considero sortuda, pois nunca tive um cara broxa, precoce ou de pinto pequeno na cama. Já tive péssimas transas, ao ponto de não querer nem atender o telefone no dia seguinte, mas não assim.

Uma vez, eu estava saindo com um homem mais velho, bem mais velho. “Ele deve saber das coisas”, pensei. Foram alguns meses antes de ir para a cama com ele, até que um dia aconteceu. Os primeiros minutos foram divertidos, ele soube fazer as preliminares direitinho, o problema foi quando partimos para a segunda parte. O cara era agressivo, mas agressivo mesmo. Parecia até uma britadeira! Nem preciso dizer que foi horrível, né? Só queria que aquilo acabasse logo, até porque já tava doendo.

Há também aqueles que não agüentam nem colocar o jogador em campo. Isso é um pouco mais delicado. Nem sempre a culpa é da mulher e nem sempre do homem. Há vários fatores externos que podem causar a impotência. Isso aconteceu com outra amiga minha. Ela conheceu um cara, conversou com ele, se interessou e acabou ficando com ele. O cara botava banca de pegador, garanhão e conhecedor dos prazeres femininos. Lógico que ela ficou curiosa e quis tirar a prova. Foram para o motel, deram uns amassos e quando partiram para os finalmentes...BROXA! O cara deu uma desculpinha para o motivo do “incidente”, mas é claro que ela ficou decepcionada.

Outro dia, conversando com azamiga a respeito disso, uma delas contou sobre um cara com quem saiu uma vez. O cara parecia ser um partidão: rico, bonito, inteligente, gente boa... A noite começou bem: ele a buscou em casa, levou para jantar, depois foram para uma praça e ficaram admirando a paisagem. Por fim, ela o convidou para ir a casa dela e aí a coisa começou a desandar. O bofe que parecia ser o Príncipe Encantado virou um sapo. O que rolou foi que o cara não agüentou 5 minutos. 5 MINUTOS!!! Uma barra de chocolate dura mais do que isso! Final da história: ela correu 40 minutos na esteira no dia seguinte para gastar as energias e agora foge dele.

Outro caso parecido aconteceu com outra amiga minha. Ela sempre grava um CD para a ocasião e, por mais que quisesse, nem sempre dura o CD inteiro. Apesar de relatos de ter que repetir o CD mais de uma vez, o caso que ela conta é completamente o contrário disso: O cara não chegou nem no refrão da primeira música. A barra de chocolate parece cada vez mais atraente, não?

Já uma amiga mais azarada, teve a infelicidade de, em uma só vez, dar de cara com um homem ruim de cama e de pinto pequeno. Aquela história de "não importa o tamanho da varinha, mas a mágica que ela faz" não se adapta a este caso.

Depois os homens se perguntam por que a mulher finge orgasmo!

Aliás, o CF promove a campanha NÃO FINJA ORGASMO, que eu sugiro que todas nós sejamos adeptas dela!


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terça-feira, 8 de junho de 2010

A Calcinha Bege


Que atire a primeira pedra a mulher que NUNCA teve uma. Ou que ainda tem. Esta peça do vestuário feminino é muito criticada pelos homens e também pelas mulheres. Afinal, pra que diabos serve a calcinha “cor de pele”?

É de conhecimento geral que 99% dos homens não gostam da coitada. Os outros 1% são seu namorado que não vai ligar nem se a calcinha estiver furada, no máximo vai te zuar. A ala masculina não vê atrativo nenhum na tal calcinha bege, até porque não tem mesmo. Ela só serve para não marcar em roupas claras, como as brancas. Sim só para isso.

Já ouvi relatos de homens falando que se na hora do bem-bão a mulher estiver usando uma calcinha bege, eles broxam na hora. Outros dizem que é uma estratégia feminina para não transar. Eu acho mesmo que é tudo bobagem. Vamos fazer o teste:

Homens, na imagem abaixo vocês vêem:

a) uma lingerie bege
b) uma mulher gostosa



Marcou "a"? Anham Claudia...senta lá!

Pra mim calcinha bege é sinônimo de menstruação.

Mas por que genducéu?

Simples: quando estamos menstruadas, sempre corremos o risco do absorvente não dar conta do recado e vazar. Então, se é para estragar, que seja uma calcinha feia!

Já a corporativete @bbel, acha que é puro mau gosto mesmo. E ela tá certa! Mas vamôcombiná que às vezes faz falta uma “cor de pele” na gaveta! Não é a toa que as lojas especializadas dedicam um departamento quase que inteiro somente para elas.

Já repararam que enquanto as pretas, brancas, estampadas, rendadas e etc, dividem espaço entre as prateleiras, as beges ocupam quase que a loja toda? E os modelos são variados! Do estilo "vovó" ao "ahmanóssinhora!".

Não importa o modelo, a calcinha bege sempre gera polêmica! Mas pra não ficar tão feio, troca o "bege" por "nude". #ficadica


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domingo, 6 de junho de 2010

Novela Nossa de Cada Dia


Malhação

















O que vem primeiro à cabeça quando pensamos em Malhação? Mocotó? Gigabyte? Trilha do Charlie Brown Jr, sucos e vitaminas? Eu, particularmente, penso em um monte de gente de 25 anos fazendo papel de 16 e achando que o “gloss ultra shine” ou o gel no cabelo vão dar conta da atuação. Skates voando, pichação e concurso pra ver quem faz o uniforme reciclável mais bonito. Malhação é a famosa “Escola de Atores” da Grobo, o que ela ensina a eles eu não sei, mas para mim é um belo exercício de criatividade; inventando 93742937 maneiras de arrebentar a TV com o controle remoto. Mas, diferente dos roteiristas da novelinha, eu tenho bom senso e sei que, mais tarde, terá uma série muito boa me esperando em outro canal. Conto até dez e aperto o botão vermelho (não implode o Set de gravação, mas pelo menos desliga a televisão).


Novela das 6














As novelas das dezoito horas são as mais “tchutchuzinhas”. Normalmente de época, com uma melhor seleção de atores. São romances românticos, cheios de valores morais e de conduta, figurino novo em folha e sem improvisações. As falas são lidas p a l a v r a p o r p a l a v r a, com todos os plurais e finalizações no lugar.
Chocolate com Pimenta, Alma Gêmea, Sinhá Moça, Moça Sinhá, Alma com Pimenta, Chocolate Gêmeo... Enfim, tudo a mesma coisa. Algumas pegam mais pesado, no melhor estilo “Estrela Guia”, “Eterna Magia”, assim como as que duvidam da nossa capacidade intelectual como “Negócio da China”. É complicado julgar. Minha avó dá risada e chora sempre com essas novelitchas, já eu, só choro.

Deu pra assistir: Cravo e a Rosa
Não desceu: Negócio da China

Novela das 7
















São as mais apelativas! Não tá dando audiência? Coloca uns espíritos, vampiros, índio-super-herói, surfista-assombração, que vai funcionar. Quanto menos roupa, mais praia, menos roteiro e mais falta de noção, melhor!

Os títulos não tentam te enganar ou confundir. “Um Anjo Caiu do Céu” é porque um anjo caiu do céu, se diz “O Beijo do Vampiro” é porque terão vampiros que beijam. Sem economia de bizarrices e acho que nem carece comentar a atuação do nosso querido NOT Tarcísio Meira, que facilmente poderia ser empalhado e colocado num canto de sala na próxima novela sem qualquer prejuízo em sua atuação.
“Esse corpo moreno, cheiroso e gostoso, que você tem...” Te lembra alguma coisa ou, quem sabe, algumas coisas? “Da Cor do Pecado”, “Três Irmãs”, “Kubanacan”, “Corpo Dourado” e todas essas com gente bronzeada de biquíni e Marcos Pasquins sem camisa? Jesus, me abana bem forte pra ver se eu voo pra longe daqui!

Deu para assistir: Desejos de Mulher
Não desceu:
Uga-uga e Bang Bang (Fernanda Lima #Fail)

Novela das “8”



















A nata da televisão brasileira em um só horário. Os dramas psicológicos admiravelmente originais, filmados na Índia, Marrocos ou nos calçadões do Rio de Janeiro mesmo. Os sempre presentes “núcleos”. O pessoal que mora na favela e samba ou faz funk, mas que é muito feliz com o pouco que tem embora haja tanta desgraça nessa vida. As ricas sem noção, as ricas com noção, a mocinha, o mocinho, a irmã da mocinha, a prima gorda alegre, o médico, e os vilões, sempre muito bem explorados. O que eu acho legal, para não dizer ridículo, é o modo como os roteiristas aplicam as pesquisas feitas. Se a vilã é psicopata, tem que ter um médico na novela pra explicar para todo mundo o que é psicopatia. Se a mocinha é drogada, tem que colocar um zilhão de depoimentos realistas. Essa função de “educar a sociedade” da novela “das oito” me dá coceira, sem brincadeira, tá coçando.

E a ansiedade das pessoas em querer ver que vai ficar tudo bem, que o vilão vai ser punido e todo aquele senso de justiça bombando no último capítulo da novela, aiai...
Ah, mas eles mereciam ficar juntos.
Ela é doente, tem que ser trucidada mesmo.

Fica o charme especial para a Fernanda Montenegro (vilã) fugindo de jatinho não lembro em qual novela, mas foi ótimo.

Todo mundo casa, todo mundo morre e por mais incrível que pareça, todo mundo se encontra!

Ok Tarcísio, nós entendemos que você comprou dentes novos e queira mostrá-los.
Ok Glória, você, mais do que mulher, é a versão feminina dele.
Ok, Grazi, foi sua primeira novela.
Ok, Zé, pegou, pegou, fazer o que?
Ok, Giovanna, deu, deu, fazer o que?

Deu pra assistir: O Rei do Gado e Laços de Família
Não desceu: Celebridade e Senhora do Destino

Não acho que novelas sejam a escória da televisão, longe disso. Má tem coisa muito mais pior de ruim por aí.
Só acho que não devemos comprar tudo que nos oferecem. É ruim ficar tetraplégica? É. Pior ficar tetraplégica sem um pai milionário e cama falante? Muito!

Mutantes da Record e Fails do SBT, sintam-se comentados.

(A Usurpadora, genial!)












Ah, estou julgando, pela minha pouca idade, novelas mais novas. Tenho certeza que todos tem muita opinião pra dar de novelas que eu nem sei que existiram! Então, fiquem à vontade!

Falei muito, não falei nada, mas tá falado.

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Senso de Moda Masculina


Homem tem um senso de moda muito errado estranho e eles insistem em ignorar as dicas femininas. Pois agora senta e escuta! Listados abaixo os 10 maiores erros fashion cometidos pelos homens.



1) Não, bigode não é legal. O cara da banda tal, ou seu pai, ou o presidente da Índia pode até ficar bem, mas é muito pouco provável que em você fique. No máximo você será confundido com o trocador de ônibus. E se você não tem pêlo o suficiente no rosto, não tente, por favor. O mesmo serve pra barba.


2) Barba é aceitável, desde que bem cuidada. Ou seja, isso quer dizer que você terá de aparar para não parecer um eremita e deixá-la, PELAMORDIDEUS,limpa e perfumada (essa última é uma opinião minha, mas não significa que seja descartável u_u).


3) Cabelo curto é legal, cabelo grande há quem goste (o/), mas cabelo crescendo não agrada ninguém! Então, se você decidir deixar o cabelo crescer, faça-o tendo consciência de que, provavelmente, você não ficará com mais quase ninguém.


4) Nunca, jamais, em hipótese nenhuma, vista bermuda estampada – floral muito menos -, com camisa de cor chamativa e igualmente estampada (ou listrada/xadrez). Se quiser usar a maldita bermuda estampada, sem problemas. Mas, então escolha uma camisa lisa (isso quer dizer sem estampa) de cor básica (branca, preta, marrom, cinza, às vezes, verde e azul, dependendo da estampa da bermuda). Na dúvida use branco. Ou não use bermuda.


5) Tênis acompanha a roupa. Uma roupa mais esportiva pede um tênis mais esportivo; uma roupa casual pede um tênis casual. Misturar roupa social com esportivo/casual não é stylish. Com certeza todo mundo já viu em formaturas, casamentos, festas de 15 anos algum cara com terno e all star. Particularmente, não vejo tanto problema com o all star, principalmente se for preto, mas a maioria das pessoas não acha legal. E convenhamos tudo tem limite! All star passa, mas tênis tipo skatista já é demais (acreditem, eu já vi isso.)


6) Camisa de flanela. Pode parecer bacana na sua cabeça, mas não é. Na verdade é muito brega. Talvez fosse legal nos anos 90, ou no corpo de um lenhador/encanador dos filmes americanos, mas sério? Barango. Kurt Cobain achava legal, mas eu não confiaria no gosto dele, afinal, ele já deu entrevista de vestido amarelo (além de ter sido líder do Nirvana O_O).


7) Popped Collars, definitivamente, não é cool. Se ao olhar a foto você enxergar um cara legal, pare de ler por aqui porque você não tem conserto.



8) Entendo que chinelo é confortável, mas com calça? Jeans, ainda por cima? Mais uma vez: tudo tem limite! Se você quer usar calça jeans, ponha tênis. Se você quer usar chinelo, use bermuda. Os dois não dá.


9) Gravata é algo muito chique e sexy, mas não tem que abusar também. Se você está com a camisa social listrada ou com qualquer outra estampa, prefira uma gravata lisa. Se está com uma camisa lisa, pode usar uma gravata estampada. As duas coisas juntas ficam muito exageradas e acaba não chamando a atenção pra nenhuma delas.


10) Boné de aba reta. Preciso falar mais?


PS: Para a elaboração da listagem, levou-se em consideração a opinião da autora e suas amigas. ;)


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terça-feira, 11 de maio de 2010

O Amigo é Gordinho e Feio



É sempre assim: você marca de encontrar com algumas amigas (ou amigos) e de repente algum deles fala que vai levar um amigo junto.

Você fica curiosa, imaginando como seria a pessoa. Seria gente boa? Seria legal? Seria bonito? Será que ele vai se interessar por você? Criamos histórias e fantasiamos como a noite vai acabar.

(E devo fazer um adendo: é sempre assim, não importa se você conhecerá a pessoa, ou se já tem algum envolvimento com ela. Nós mulheres sempre criamos historinhas na nossa cabeça, chegando algumas vezes a ensaiar as mais diversas situações, sejam elas brigas, reconciliações ou mesmo um momento romântico.)

Enfim, mas o que de fato acontece é que normalmente o tal amigo é gordinho e feio*. Isso quando não é chato. Se for ao menos gente boa, você já saiu no lucro.

Acho engraçado isso, porque ninguém vira e fala: “Ei, vou levar um amigo feio junto!”, por motivos óbvios. No máximo quando indagada, a pessoa responde: “Ah, ele é muuuuuito gente boa! Um menino de ouro!”. Dito isso, pode esperar pelo pior: o cara é o cão na terra! Claro que algumas (poucas) vezes podemos nos surpreender e o tal amigo além de ser legal, ser bonito. Ou mesmo ser feio, mas tão legal que vira o seu príncipe encantado. Mas é melhor não contar com isso.

Foi o que aconteceu num final de semana. Um amigo meu, e aqui vou chamá-lo de Roberval, foi encontrar comigo e mais algumas amigas. Mais tarde, ele liga e fala que vai levar um amigo com ele.

Ok, no problem.

Após transmitir a mensagem para as demais mulheres na mesa, todas ficam empolgadas e começam a imaginar como seria o tal. Loiro, moreno, careca, cabeludo, rei, ladrão, polícia ou capitão?

Após muita discussão e especulação sobre o cara, voltamos para a realidade e nos perguntamos: E se o amigo for gordinho e feio? Num impulso de curiosidade, resolvemos ligar para Roberval e perguntar. A reposta foi: “Ele é galã e magrinho”.

Opa!

Isso aguçou muito mais nossa imaginação e algumas fizeram até planos de conquista, retocaram a maquiagem e ajeitaram o sutiã.

Ao encontrarmos com Roberval e seu amigo, chegamos a duas possíveis conclusões: a) Roberval não sabe o que a palavra galã significa, b) Homens mentem sobre seus amigos. O amigo, e aqui o chamarei de Adolfo, era de fato magrinho, porém orelhudo, careca e narigudo. Galã, não? O_o

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* Quero registrar aqui que não tenho nada contra quem é gordinho ou gordinha, nem acho que beleza exterior seja essencial. Este texto representa apenas situações cômicas do cotidiano, qualquer semelhança é mera coincidência. Favor não levar este texto a sério!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cartão de crédito: Faça parte da Galera!

Escute essa música do Mastercard abaixo antes de mais nada:
Escutou?
Antes de mais nada, gostaria de dizer que acho essa música simplesmente genial, um dos jingles mais bacanas que já ouvi, e com certeza um dos melhores nos últimos anos, tanto “mercadologicamente” falando quanto musicalmente. Pena que essa cançãozinha com uma letra tão bem feita e uma melodia tão legal não vai pagar as minhas contas.
Pois é, eles mostram para você que ter um cartão de crédito te fará um aventureiro, de espírito jovem e cheio de disposição, um cara que topa qualquer balada, e que pode até comprar serviços de povos que ainda não conhecem o papel moeda, mas já aceitam mastercard. Até aí, tudo certo: Mas eles ainda não contaram quem é que leva os espelhos para os índios depois que você passa o seu moderno cartão com chip ao alugar uma prancha pra surfar na pororoca.
Se você não sabia, sinto te desapontar, mas a conta quem paga é você, e o pior, com essa liberdade toda você não controla nada (Sabe daquela história de que todo bêbado é rico e coisa e tal...). Quando chega a sua fatura no fim do mês, você já começa a olhar na sua casa o que pode te render uns trocados no mercado livre (I miss you, Fender). Bem, nem todo mundo tem uma guitarra, um mega drive, uma esteira ou um fax velho sobrando pra vender, e o que resta é pagar o mínimo.
“Quem é da galera, deve pro Visa!”, esse sim deveria ser o apelo. Todos os jovens descolados (exceto os que estudaram medicina ou engenharia) que saem na noite e viajam com os amigos devem pro seu cartão de crédito. Pagar o mínimo ou ficar sem nenhum centavo após pagar sua fatura hoje em dia já é questão de status! Seria honesto e quem sabe até mais efetivo do que qualquer musiquinha de balão! Imagine o seguinte comercial: Uma menina gata e animada chega na fila do banco pra pagar sua fatura Mastercard, enquanto a caixa pergunta - “Vai pagar quanto???”. A menina, bronzeada e recém chegada de um feriado na praia, sorri e fala com empolgação - “Eu vou pagar o mínimo!!!”. Quem é que não queria ser uma pessoa bonita e com uma vida agitada como ela? E que jovem que pode pagar mais do que o mínimo? Clientes premium (com uma renda mensal acima de R$ 400,00) poderiam até ter um mínimo de apenas 5% do total da fatura!
Faça parte da galera que entrega seu salário todo pra operadora de cartões de crédito. Eu já faço, e você?
* adorei esse texto do Eduardo Araújo, e copiei na íntegra com autorização dele, achei que a mulherada fosse super se identificar uhahahuahuahu .
blog do Eduardo, amigão que eu adoro, e blogueiro:

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Perfeição, qual é a sua?

E se eu fosse perfeita?

Perfeição é uma daquelas palavras que assustam. Em geral, porque coisas perfeitas são inatingíveis e intocáveis. A perfeição anda juntinho com a idealização e essa é uma companheira escrota. Eu assisti ao filme "A Mulher Invisível" ontem e, além de me surpreender com a quantidade de risadas que dei, parei pra pensar no ideal das coisas. Para quem não sabe, não viu ou nunca ouviu falar, "A Mulher Invisível" brinca com o ideal feminino, representado por Luana Piovani. Bom, de corpo até pode ser, já que ela é ridículamente linda, de dar raiva grande. O resto eu vou deixar pra lá, porque ter namorado e apanhado de Dado Dolabella já é castigo o suficiente.

Ideal das coisas, esse era o ponto.

Idealizar é uma coisa bem idiota, se você parar pra pensar. fantasiar a vida um pouco é legal, mas estabelecer parâmetros quase inatingíveis empaca a vida. Pelo menos, a minha vida estanca se eu ficar sonhando acordada com o que eu poderia fazer. Só lembrar dos posts anteriores, quando eu reclamei horrores da minha vida profissional. Fantasiei tanto que fiz porra nenhuma pra sair do mesmo lugar? E daí? E daí que, dez anos depois, estou voltando pro ponto de partida. Se isso não é empacar, me presenteiem com um Aurelião no amigo oculto. A mesma coisa serve pra aparência, né? Por exemplo, eu queria ser mais ou menos assim:


A capacidade da Blake Lively de usar qualquer roupa, mesmo as mais horrorosas como essa aí, e ainda ficar linda

O potencial camaleônico cheio de estilo da Gwen Stefani


O corpitcho e a sensualidade retrô da Dita Von Teese

A grana da Athina Onassis

Oie, sou perfeita, ajoelhem-se.

É possível? Vamos ser honestos, não. Só nascendo de novo e muito bem. Então, vamos fazer só o possível? Comer menos e se exercitar mais para as cheinhas (opa, chamou?), tomar mais cuidado com a pele e o cabelo, ter mais bom gosto na hora de fazer compras, mesmo que a grana seja curta. Porque dá para atingir um nível de perfeição dentro dos nossos limites, sempre dá.

Menos mimimi, inclusive da minha parte, DJÁ! Valendo.

:)

Besos,

Patsy

me tuíta? @patsyzombilly

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Um pouco mais sobre cabelos...


A Ana puxou o papo de cabelos e eu vou continuar no assunto. Tenho um cabelo que, como tudo em mim, é difícil de descrever. Ele não é cacheado ou crespo, mas também não é liso japonesa. Faz umas ondas quando quer e, às vezes, acorda escova definitiva. Essa "versatilidade" toda me rouba o sono, porque não sei que tipo de shampoo usar, que produtos se adequam ao meu tipo de cabelo... aliás, que tipo de cabelo?

Daí, eu vivo tentando redefinir o que posso fazer desses fios tão mutantes. Não é raro me inspirar em ícones de televisão, cinema e moda, o que me deixa lôca, já que elas podem se dar ao luxo de mudar sempre e eu não.

Separei as últimas madeixas transfiguradas que vi por aí. E deixei por último o cabelo dos meus sonhos (dessa semana):


Alessandra Ambrosio

Essa vibe "As Panteras" discreta é charmosa, especialmente nesse tom mesclado de caramelo e dourado. Ela está sempre linda, né? Dá vontade de matar. Deus é muito injusto ao permitir tamanha desigualdade entre seus filhos. Vacilo.


"Quem pode, pode, bee"


Britney Spears

Já fez tanta cagada no cabelo que parece ter palha na cabeça. O foda de manter um loirão poderoso é não cuidar. Me assusta mesmo é saber que ela tem grana pra fazer uma extreme make-over em todas as leitoras do CF e seus parentes. Mas, a gente dá um desconto porque ela surtou. Acho que tempos melhores virão.

"Faça como nós e passa a zero, Britnéia"



Rachel Bilson

Uma bêbada qualquer? Não, apesar do aspecto de sujo desse cabelo, essa é a atriz que fez a Summer em "The O.C.". Eu tenho problemas pessoais com esse efeito de cabelo esturricado ao sol nas pontas, mas acho que se você passar um pente já melhora, né? Oremos para que dias melhores cheguem para Rachel e que o dinheiro do pente entre na conta.

"Meu cabelo é melhor que o da minha dona, beijos"


Rihanna a louca

Sei lá, ela é irreverente e blá blá blá, mas não me convence. Esse cabelinho pra fazer moicano de patricinha de Beverly Hills é esquisito demais. Vou nem começar a falar da roupa, porque me já me deu urticária ver essa meia arrastão por baixo da calça punk de boutique.


"O boi lambeu, babe"

Scarlet Johanson

Deeva. Fica linda de qualquer jeito, mesmo que o look escorridão não seja seu forte. Em alguns rostos eu percebo que cabelo mega liso envelhece. Não copiaria, prefiro os cachos enormes dela.


"Não gostou? Ca-guei."

Favoritona do dia

Blake Lively

Talvez seja fruto da minha recente fixação por Gossip Girl, mas Blake, que interpreta Serena na série, tem os cabelos dos meus sonhos. Cachos grandes, bem redondões, começando na altura dos olhos. Acho um luxo. Não é novo, não é hype, mas eu curto. O loirão nem menciono. Se eu fosse branquinha já teria mandado ver no descolorante.


"Bonita até vestida de pato na chuva"

E essas são as minhas considerações nada relevantes sobre os cabelos das "celebridades".

xoxo

Patsy

Me tuíta? www.twitter.com/patsyzombilly

patsy@corporativismofeminino.com

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