terça-feira, 31 de agosto de 2010
Porque Eu Odeio Moda
domingo, 29 de agosto de 2010
Chris Rock - Relacionamentos!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Eu, eu mesma e meus 10kg imaginários

Aos 22 anos engravidei. Achei o máximo aqueles kilos a mais para uma magrela que antes tinha como apelido Olívia Palito, e usava frequentemente uma legging de lã por baixo do jeans para parecer que tinha a perna mais assim... gostosas saca?
Mas fugiu do controle e ao final da gravidez me deparei com 22kg acusando naquela balança que eu JU-RA-VA que estava quebrada.
Quebrada o CACETE! Eu comi todos os Big MC’s que eu pude, roubei bolacha de criancinha no parque, fiz bico por um sorvete imenso e depois custava a acreditar que minha forma roliça e o pé em formato de pão eram reais.
Meu filho nasceu, mas para minha surpresa... Não – ele não nasceu pesando 22kg... Eram apenas 3.465grs e o resto? Bem, o resto continuou bem aqui.
As pernas que antes eu queria engrossar, agora eram roliças, e eu entrei num desespero total. Cada vez que tinha uma festa, ou apenas que vestir uma roupa qualquer para uma ida ao shopping, terminava sempre em 200 peças espalhadas sobre a cama e eu sentada chorando no chão.
Eu tinha que fazer algo, não podia ficar me deprimindo e vivendo aquilo. Eu nunca fui bonita, assim... natural sabe? Mas aprendi a usar maquiagem. Sou míope. Mas aquilo não me incomodava, eu tinha um corpo bacana, pra falar a verdade eu era gostosa – SIM! era mesmo gostosa e quer saber? Acredite, eu não tinha celulite! Uhuu!
Ser gordinha mexeu com meu ÂMAGO!
Sabe que diabos é o tal do âmago? Pensa então em tudo o que você tem de mais íntimo, mais profundo dentro de você, e de repente você vê aquilo sendo cutucado... Eu me sentia um rascunho sem fim.
Aí eu descobri os remedinhos para emagrecer... Ah nem vem com esse papo besta de falar que isso é coisa de gente preguiçosa! É muito fácil falar isso quando se usa manequim 38! (eu usava 36 antes da gravidez).
Sim! Eu tomei remédios (com receita médica!), mas não me acomodei. Fazia caminhadas diárias e mudei MUITO minha alimentação. No começo eu desanimei, os resultados demoravam a vir, mas quando eu subi na balança e constatei 5kg a menos e ela nem estava quebrada! Eu pirei o cabeção. Me dediquei e valeu a pena. Em 3 meses eu me sentia outra pessoa! E se você ver minhas fotos de antes e depois de perder peso, vai ver que realmente sou outra pessoa. Como não quero causar má impressão logo no primeiro post, xá pra lá essa coisa de foto neah?
Foi então que consegui perder QUASE tudo aquilo que NÃO me pertencia. Digo quase porque embora eu esteja bem hoje, em qualquer fase da minha vida eu vou sempre achar que preciso perder 2kg.
Beijos e me mandem doces lights, please.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Não é uma fase.
Quando eu era criança e o meu irmão morreu num acidente de moto, eu sabia que minha mãe ficaria bem outra vez. E ficou, adotou uma criança, lhe confiou cuidados e salvou a sua vida - A de ambos, eu diria. Mas nada seria como antes. Nada é como antes afinal. Depois meus pais se separaram e eu pude ficar livre do terrorismo diário de um alcoólatra. As coisas pareciam ter se ajeitado até eu engravidar. Eu não queria aquilo, mas escolhi, como quem faz um xis apressado numa prova de física sem fazer os cálculos. Mais tarde descobri que aquilo, o meu filho, era o meu amor infinito. E as coisas ficaram bem, mesmo sem eu dormir por longos meses com choros noturnos, meus e do meu filho.
Depois vieram as minhas paixonites agudas - Nunca consegui ter sentimentos saudáveis. Ganhei um trabalho sólido. Abracei decepções e bingo: Muita felicidade a seguir. Quando eu chorava quase podia sorrir em cima das lágrimas, sabendo que havia a promessa de uma felicidade infinita. E se as coisas fossem drasticamente ruins... Eu sabia que haveria uma recompensa grandiosa por tudo aquilo. Depois de um relacionamento desgastante sempre haveria um homem com um chá de camomila a me esperar.
Mas agora não. Houve um homem. Um desemprego. E logo a seguir outro homem que apenas me disse "Não é uma fase! Muahahá". Desde o dia em que ele bateu a porta, eu soube que nunca mais seria a mesma. As coisas não dão certo, mesmo que eu as sinta darem certo com um sorriso tatuado na cara. Sabe? Como em O Segredo. Eu sinto que meu bilhete é o premiado e procuro nos classificados a mansão dos meus sonhos. Mas não, as coisas continuam erradas há décadas.
Talvez eu agradeça por meu filho ser saudável e por eu ter pernas, como as pessoas que sofrem graves acidentes ou perdem pessoas e percebem, absortas, que eram infinitamente felizes. E talvez essa seja a década da felicidade, a década que eu tinha pernas e olhos. Portanto, era gravemente feliz.
Mas agora que tenho um filho infinitamente saudável (até demais). E agora, enquanto ainda tenho dedos para digitar essas coisas... Quero dizer que isso está insuportavelmente insuportável e não vai passar. É a minha vida, desse jeito gravitacional de uma gravidade grave.
E que morra quem disser "É uma fase".
* Deletei esse texto por 3x, mas resolvi publicá-lo. Tenho vergonha "disso", acho adolescente demais.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O Fantástico Mundo de Bob

Feios
Gostei MUITO. Muito mesmo!!!
"Credo, por que você diz que não quer casar?"
Tally está prestes a completar 16 anos, e mal pode esperar. Não para dar uma grande festa, mas sim para se tornar perfeita. No mundo de Tally, fazer 16 anos significa passar por uma operação que a transformará de "feia" em um ser incrivelmente belo e perfeito, e lhe dará passe livre para uma vida de glamour, festas e diversão, onde seu único trabalho é aproveitar muito.
Mas Shay, uma das amigas de Tally, não está tão ansiosa assim: prefere se arriscar fora dos limites da cidade. Quando Shay desaparece, Tally vai conhecer um lado totalmente diferente desse mundo perfeito - e, acredite, não é nada bonito.
sábado, 21 de agosto de 2010
As Verdades Sobre a Política no Brasil
Se quiser me escrever, já sabem: cris@corporativismofeminino.com
Se quiser me seguir no Twitter: @CrisSoleitao
Bjos,
FUI!
E não esqueçam de pensar BEM em tudo isso antes de votar ;D


